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quinta-feira, 29 de novembro de 2007

 
Apocalypse Now



Inaugura amanhã no CCA Wattis Institute for Contemporary Arts, em San Francisco, a exposição Apocalypse Now: The Theater of War. Com obras de Antonin Artaud, Max Beckmann, Margaret Bourke-White, Mathew Brady, Jacques Callot, Bruce Conner, Leonardo da Vinci, Otto Dix, Ernst Friedrich, Francisco de Goya, George Grosz, John Heartfield, Ernst Jünger, Jon Kessler, Käthe Kollwitz, Lewis Milestone, Bruce Nauman, Pino Pascali, Pablo Picasso, Alain Resnais, Alexander Rodchenko, Martha Rosler, Luigi Russolo, Kurt Schwitters, Richard Serra e Mark Twain, esta exposição propõe-se como temporalmente transversal. A exposição não se pretende como uma ilustração da guerra mas, pelo contrário, tenta examinar o terreno filosófico da guerra, descrevendo a ideia universal do antagonismo humano e o conjunto de linguagens e iconografias presentes no fenómeno da guerra. Ler mais aqui.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

 
Fiona Tan


Inaugura amanhã no Konsthall de Lund, Suécia, uma exposição de Fiona Tan, uma das artistas mais interessantes da sua geração na área da fotografia e vídeo. Questionando-se sobre a natureza do retrato e a subjectividade do tempo, Tan apresenta duas instalações e um conjunto de fotografias de 2006 nesta exposição com o título Time and Again. Nascida em 1966 na Indonésia, Fiona Tan vive e trabalha na Holanda. Ler mais aqui.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

 
A ler

Baptista-Bastos no DN: Pequena crónica do banal.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

 
A ler

JPP no Abrupto: Há alturas assim.

domingo, 18 de novembro de 2007

 
Paris Photo 2007


Foto de Jitka Hanzlova

Termina hoje, em Paris, mais uma edição da Paris Photo (ver post de 24 de Outubro). Este ano o prémio de fotografia contemporânea foi para a fotógrafa checa Jitka Hanzlova. Nascida em 1958 em Nachod, Jitka Hanzlova tem vindo a ser reconhecida internacionalmente desde 1993, ano em que ganhou o prémio Otto Steinert, e esteve representada na Paris Photo através da Kicken Gallery de Berlim.

sábado, 17 de novembro de 2007

 
O fim de Zenão


Foto de Katarzina Widmanska


Num gesto rápido, com essa destreza de cirurgião-barbeiro de que sempre se vangloriara, entre as outras apreciadas e incertas qualidades de médico, inclinou-se para a frente, dobrando levemente os joelhos, e cortou a veia tibial, situada na face externa do pé esquerdo, num dos habituais sítios da sangria. Endireitou-se logo, muito depressa, apoiando-se no travesseiro, para se precaver da síncope, sempre possível, procurou e golpeou a artéria radial do pulso. A breve e superficial dor causada pelo corte na pele, mal ele a sentiu. Jorraram as fontes; o líquido brotou como sempre, ansioso, dir-se-ia, por escapar aos obscuros labirintos onde, prisioneiro, circula. Zenão deixou pender o braço esquerdo, para favorecer o derramamento. A vitória ainda não era completa; podia acontecer entrar por acaso alguém, e ele ser levado, ligado e a sangrar para a fogueira. Mas cada minuto que passava não deixava de ser um triunfo. Lançou um olhar ao cobertor já escuro de sangue. Compreendia agora a noção grosseira segundo a qual o sangue e a alma são uma e a mesma coisa, pois que alma e sangue se esvaem ao mesmo tempo. Esses velhos erros continham uma singela verdade. Pensou, com algo parecido com um sorriso, que era uma boa altura para completar as suas velhas experiências sobre a sístole e a diástole do coração. Mas os conhecimentos adquiridos não contavam doravante para ele mais do que a lembrança dos acontecimentos ou das criaturas que havia encontrado na vida; estava ainda ligado, por mais alguns momentos, ao delgado fio da pessoa, mas a pessoa, deslastrada, já se não distinguia do ser. Ergueu-se, então, a custo, não porque fosse necessário, mas para provar a si próprio que ainda lhe era possível fazer esse movimento. Muitas vezes lhe acontecera abrir segunda vez uma porta, só para provar a si mesmo que a não tinha fechado para sempre, ou voltar-se novamente para uma pessoa de quem se despedira apenas para negar a finalidade de uma partida, demonstrando com isto a si mesmo a sua pequena liberdade de homem. Desta vez, realizara-se o irreversível.


Marguerite Yourcenar in A obra ao negro, 1968.

sábado, 10 de novembro de 2007

 
A ler

Hoje, no La république des livres, Pierre Assouline: Fin de séquence. E a ver com atenção as éditions Séquences.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

 
Hockney on Turner watercolours


Na Tate Britain, a maior exposição alguma vez realizada das aguarelas de Turner, tendo como curiosidade uma selecção feita por David Hockney. No catálogo (ISBN 978 1 85437 783 8), Hockney, em entrevista com David Blaney Brown, curador da exposição, comenta a vida e a obra de Turner e fundamenta as suas escolhas. A exposição pode ser vista até 3 de Fevereiro. Ler mais aqui.

 
A ler

Hoje, no DN, Baptista-Bastos: A santidade dos patriotas

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