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sexta-feira, 28 de setembro de 2007

 
No Dn

Ora a D. Fernanda Câncio não faria melhor se gastasse as suas energias jornalísticas em investigar os verdadeiros monopólios e reais "capelinhas"que existem em Portugal em vez de estar a gastar tinta com pequenos problemas desta ordem? E, no meu entender, 123 padres para uma população de muitos milhões que utilizam os hospitais e que são maioritáriamente católicos, parece-me manifestamente insuficiente. E, para além disso, fique a D. Fernanda Câncio ciente que quem, numa cama de hospital, precisa de apoio espiritual, está-se absolutamente nas tintas que o padre seja católico, ortodoxo ou protestante. Poder-lhe-à é fazer alguma confusão se vir entrar pelo quarto adentro um tipo com turbante na cabeça. Francamente...

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

 
Quando Helena vivia


Foto de Katarzina Widmanska


Com desespero gritámos
Que os homens abandonam,
Por qualquer coisa trivial
Ou por insolente jogo ruidoso,
A beleza que conquistámos
Às horas mais amargas;
Mas se tivéssemos andado por dentro
Dessas torres descobertas
Onde Helena passeava com o seu rapaz,
Como todos os homens e mulheres de Tróia
Teríamos proferido
Uma palavra e um gracejo.


W. B. Yeats in Responsabilities, 1914.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

 
Ainda nem toda a gente enlouqueceu

Convidam um ex-primeiro ministro para uma entrevista sobre as eleições no maior partido da oposição. A entrevista é abruptamente interrompida pela chegada ao aeroporto de um treinador de futebol. O editor da SICN deve ter também enlouquecido. Queriam continuar a entrevista como se nada fosse... felizmente, ainda nem toda a gente enlouqueceu.

 
The Third Mind
Carte blanche a Ugo Rondidone


Inaugura amanhã no Palais de Tokyo, em Paris, The Third Mind — Carte blanche a Ugo Rondidone. Trata-se de uma proposta do director do Palais de Tokyo, Marc-Olivier Wahler, a vários artistas — neste caso Ugo Rondinone —, em que o artista é colocado no centro do processo de decisão na programação da exposição, permitindo, a partir daqui, entender-se todo um processo de escolhas que, obviamente, se prendem com opções estéticas, influências e o universo plástico do artista. Desta vez, os artistas convidados são: Ronald Bladen, Lee Bontecou, Martin Boyce, Joe Brainard, Valentin Carron, Vija Celmins, Bruce Conner, Verne Dawson, Jay DEFeo, Trisha Donnelly, Urs Fischer, Bruno Gironcoli, Robert Gober, Nancy Grossman, Hans Josephsohn, Brion Gysin e William S. Burroughs, Toba Khedoori, Karen Kilimnik, Emma Kunz, Andrew Lord, Sarah Lucas, Hugo Markl, Cady Noland, Laurie Parsons, Jean-Frederic Schnyder, Josh Smith, Paul Thek, Andy Warhol, Rebecca Warren, Sue Williams. Ler mais aqui.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

 
A ler

Hoje no DN, João Miguel Tavares: Quem já não atura elogios ao râguebi levante a mão ou o nacional provincianismo.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

 
Medardo Rosso



Depois de anos e anos de esquecimento e ostracismo, Medardo Rosso é finalmente relembrado pela Fundação Guggenheim. Inaugura amanhã, no Guggenheim de Veneza, esta exposição de Rosso (1858-1928), artista complexo, manipulador da sua própria biografia, mas percursor indiscutível da escultura contemporânea. Rosso é uma das figuras mais interessantes das correntes impressionistas italianas tendo, no entanto, contribuído para o silêncio que se gerou em torno da sua obra através da destruição de toda a sua correspondência e a ocultação de toda uma obra fotográfica de grande importancia. Ler mais aqui.

 
A interrogação

Pude assistir, esta manhã, ao debate no Parlamento. Para quem tenha tido esta oportunidade, através do directo da RTP2, ficam 3 certezas:
1- Sócrates não precisa sequer ser "bom". Basta-lhe ser medíocre perante a péssima qualidade humana, intelectual, cultural e mental da oposição. Sócrates fica com bastante folga para bater "aos pontos" e ainda fica com margem para exercer o seu narcisismo quase patológico. Sócrates teve folga e saíu folgado.
2- Sócrates não respondeu a uma única pergunta da oposição. Limitou-se a fazer a gestão inteligente e arrogante dos "telhados de vidro" dos outros. Não ouvi uma única resposta. Propaganda em toda a linha, sobrepondo-se às tentativas de objectivação de Marques Mendes e Portas. Aproveitou, e bem, a intervenção de Louçã — o orquestrador nacional da indignação moralista — para remeter para o ridículo todo o debate.
3 - A distância a que fica o país propagandeado e ficcional socratiano do país real é tal que só me faz lembrar a legítima interrogação da "menina" do anúncio:



(Com o devido respeito e vénia ao Sr. Eng., esta deve ser a interrogação que muitos portugueses fazem).

 
Dia da Liberdade (3)

E continuam as comemorações: aqui.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

 
Dia da Liberdade (2)

Continuam as comemorações: aqui, aqui e aqui.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

 
A ler
Hoje, Pierre Assouline, Philippe Besson coupable, forcément coupable ? A realidade ficcionada ou a ficção feita realidade.

domingo, 16 de setembro de 2007

 
Correio da Cassini

Giovanni Domenico Cassini descobriu Iapetus em 1671. Trezentos e trinta e seis anos depois a Cassini fotografa, de perto, a face de Iapetus. Giovanni iria gostar de ver...

 
A ler

Hoje, Pacheco Pereira, num magnífico texto: A tragédia que está em cartaz.

sábado, 15 de setembro de 2007

 
Dia da Liberdade

Instituído pelo governo do Engº Sócrates, o novo dia da Liberdade passa a comemorar-se hoje. Ler aqui, aqui, aqui e aqui.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

 
Kippenberger



Inaugura amanhã no Kunsthaus Graz am Landesmuseum Joanneum, em Graz, Utopia for Everyone, exposição de Martin Kippenberger. Nascido em 1953, falecido em 1997, Martin Kippenberger terá sido erradamente considerado permanentemente provocador e ofensivo. O que fica é obviamente a qualidade pictural da sua obra. A exposição pode ser vista até 6 de Janeiro. Ler mais aqui.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

 
Alain Robbe-Grillet



Para quem estiver em Londres neste fim de semana, a não perder na Serpentine Gallery, sábado a partir das 7 da tarde, Alain Robbe-Grillet que estará à conversa com artistas como Michel Auder, Miriam Bäckström, Olafur Eliasson, Dan Graham, Philippe Rahm, Sarah Morris, Runa Islam, Carsten Höller e Cerith Wyn Evans. Segue-se, às 21 h. o visionamento do último filme de Alain Robbe-Grillet C’est Gradiva qui vous appelle, de 2006. No domingo, 16, a partir das 2 da tarde, no Institut Français, será visionado o filme L'Éden et après seguindo-se uma conversa entre Robbe-Grillet, Jean-Max Colard e Hans Ulrich Obrist.
Escritor, e mais tarde cineasta, Robbe-Grillet é uma das figuras mais representativas do nouveau roman francês. Nascido em 1922, Robbe-Grillet só começou a escrever e a publicar em 1951 com Les Gommes, seguindo-se Le Voyer (1955) e La Jalousie (1957). A partir de 1955 torna-se consultor literário das Editions de Minuit e consegue trazer para essa editora nomes como Claude Simon, Nathalie Sarraute, Michel Butor, Jacques Derrida e Pierre Bourdieu. Em 1959 publica Dans le Labyrinthe e escreve o argumento para o filme de Alain Resnais L'Année Dernière à Marienbad, que ganha o Leão de Ouro no Festival de Veneza em 1961. Em 1963 publica Pour un nouveau roman em que explana as suas ideias relativas às novas formas do romance francês com a descrição física e impessoal dos objectos e a exclusão de toda e qualquer leitura psicológica e ideológica. Critica a antropomorfização dos objectos, através da metáfora, o que o coloca em desacordo com Jean-Paul Sartre e Albert Camus. Em 1963 começa também a filmar. Inicia uma longa filmografia com L'Immortelle (1963), Trans-Europ-Express (1966), L'Homme qui ment (1968), Project pour une révolution à New York (1970), L'Éden et après (1971), N a pris les dés (1972), Glissements progressifs du plasir (1974), Le jeu avec le feu (1975), Topologie d'une cité fantôme (1976), etc. Continua a escrever, por vezes em colaboração, como acontece com La belle captive (1976) com René Magritte, Traces suspectes en surfaces (1978) com Robert Rauschenberg ou Le rendez-vous (1981) com Yvone Lenard. Foi eleito membro da Academia Francesa em 2004.
Quem estiver em Londres neste fim de semana e quiser mais informação: aqui.


terça-feira, 11 de setembro de 2007

 
11.09


Foto de Lilya Corneli



Então Ájax, filho de Oileu, atirou-se a Cleobulo e tomou-o
vivo, no emaranhado da multidão. Mas aí lhe deslassou
a força, ao desferir-lhe no pescoço um golpe com a espada
de bom punho; e toda a lâmina ficou quente do seu sangue.
Sobre seus olhos desceu a morte purpúrea e o fado inelutável.
Foi então que embateram Peneleu e Lícon: é que com as lanças
nenhum acertara no outro, pois ambos arremessaram em vão.
Embateram de novo com as espadas. Então Lícon desferiu
um golpe no cimo do elmo com crinas de cavalo; a espada
quebrou-se no punho. Mas Peneleu desferiu-lhe um golpe
no pescoço, debaixo da orelha, e toda a espada penetrou; já nada
a pele segurava. A cabeça ficou de banda e deslassaram-se-lhe
os membros. E Meríones ultrapassou depressa Acamante,
quando montava para o carro, e deu-lhe uma estocada no ombro
direito. Tombou do carro e sobre seus olhos se derramou o nevoeiro.
Idomeneu estocou Erimante na boca com o bronze renitente.
Trespassou-lhe completamente o cérebro a lança de bronze,
estilhaçando-lhe os brancos ossos. Para fora, sacudidos,
saltaram os dentes e ambos os olhos se encheram de sangue.
Cuspiu através da boca e das narinas com expressão de pasmo
no semblante, mas depois veio encobri-lo a nuvem negra da morte.


Homero in Ilíada, Canto XVI (330-350).

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

 
E este aqui...


Foto de Katarzina Widmanska



Em segundo lugar o ancião viu Ulisses e perguntou:
"E este aqui, querida filha, diz-me tu quem é.
É mais baixo por uma cabeça que o Atrida Agamémnon,
mas é mais largo de ombros e de peito quando se olha para ele.
As armas dele estão depostas na terra provedora de dons.
Parece um carneiro no meio das linhas de combate:
assemelho-o a um carneiro lanzudo movendo-se
no meio de um grande rebanho de ovelhas brancas."

A ele deu resposta Helena, filha de Zeus:
"Este é o filho de Laertes, Ulisses de mil ardis,
que foi criado na terra de Ítaca, áspera embora seja,
conhecedor de toda a espécie de dolos e planos ardilosos."


Homero in Ilíada, Canto III (191-202).

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

 
A ler



No La république des livres, Pierre Assouline a propósito de Eyes wide shut ou Doppelnovelle de Arthur Schnitzler e de uma carta de Freud de 1922.

 
Bodypoliticx



Inaugura amanhã no Witte de With — Center for Contemporary Art, em Rotterdam, a exposição Bodypoliticx que através da apresentação de obras de cerca de setenta artistas, procura reflectir sobre a história da pornografia desde o século XVIII, primeiro enquanto imagética destinada a quebrar landmarks políticos e religiosos e, depois, como meio de estimulação sexual. O que está aqui em causa é a demarcação de fronteiras entre a indústria do sexo, subcultura, pop, performance e arte. Ler mais aqui.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

 
Trienal Poli/Gráfica de San Juan



A Trienal Poli/Gráfica de San Juan é um caso raro de dinamismo e criatividade no panorama da Gravura contemporânea internacional. Já em 2004 se deu notícia neste blog dos muito interessantes conceitos apresentados na edição desse ano. Não é, portanto, por acaso, que este evento ganhou, em 2005, o Grande Prémio da XXVI Bienal de Artes Gráficas de Ljubljana, uma das mais antigas e conceituadas exposições de Gravura da Europa. Este ano, na edição 27 da Bienal de Ljubljana, que inaugura amanhã, terá lugar de destaque Stigma, uma exposição de Allora & Calzadilla, Papo Colo, Miguel Luciano, Antonio Martorell, Omar Obdulio Peña Forty, Raquel Quijano, Carlos Reyes, Arnaldo Roche, Carlos Ruiz Valarino, Garvin Sierra e Rafael Trelles. Esta exposição, no âmbito da Bienal, foca a ideia de marca indelével — Stigma — como metáfora na produção técnica e conceptual da Gravura contemporânea. Ler mais aqui.

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