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quinta-feira, 13 de setembro de 2007

 
Alain Robbe-Grillet



Para quem estiver em Londres neste fim de semana, a não perder na Serpentine Gallery, sábado a partir das 7 da tarde, Alain Robbe-Grillet que estará à conversa com artistas como Michel Auder, Miriam Bäckström, Olafur Eliasson, Dan Graham, Philippe Rahm, Sarah Morris, Runa Islam, Carsten Höller e Cerith Wyn Evans. Segue-se, às 21 h. o visionamento do último filme de Alain Robbe-Grillet C’est Gradiva qui vous appelle, de 2006. No domingo, 16, a partir das 2 da tarde, no Institut Français, será visionado o filme L'Éden et après seguindo-se uma conversa entre Robbe-Grillet, Jean-Max Colard e Hans Ulrich Obrist.
Escritor, e mais tarde cineasta, Robbe-Grillet é uma das figuras mais representativas do nouveau roman francês. Nascido em 1922, Robbe-Grillet só começou a escrever e a publicar em 1951 com Les Gommes, seguindo-se Le Voyer (1955) e La Jalousie (1957). A partir de 1955 torna-se consultor literário das Editions de Minuit e consegue trazer para essa editora nomes como Claude Simon, Nathalie Sarraute, Michel Butor, Jacques Derrida e Pierre Bourdieu. Em 1959 publica Dans le Labyrinthe e escreve o argumento para o filme de Alain Resnais L'Année Dernière à Marienbad, que ganha o Leão de Ouro no Festival de Veneza em 1961. Em 1963 publica Pour un nouveau roman em que explana as suas ideias relativas às novas formas do romance francês com a descrição física e impessoal dos objectos e a exclusão de toda e qualquer leitura psicológica e ideológica. Critica a antropomorfização dos objectos, através da metáfora, o que o coloca em desacordo com Jean-Paul Sartre e Albert Camus. Em 1963 começa também a filmar. Inicia uma longa filmografia com L'Immortelle (1963), Trans-Europ-Express (1966), L'Homme qui ment (1968), Project pour une révolution à New York (1970), L'Éden et après (1971), N a pris les dés (1972), Glissements progressifs du plasir (1974), Le jeu avec le feu (1975), Topologie d'une cité fantôme (1976), etc. Continua a escrever, por vezes em colaboração, como acontece com La belle captive (1976) com René Magritte, Traces suspectes en surfaces (1978) com Robert Rauschenberg ou Le rendez-vous (1981) com Yvone Lenard. Foi eleito membro da Academia Francesa em 2004.
Quem estiver em Londres neste fim de semana e quiser mais informação: aqui.




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