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sábado, 31 de março de 2007

 
Hiroshi Sugimoto



Inaugura amanhã no Centro d’Arte Contemporanea di Villa Manin, em Passariano, a primeira exposição em Itália de Hiroshi Sugimoto, um dos mais importantes fotógrafos contemporâneos. A exposição, constituída por cinquenta fotografias de grande formato e duas esculturas, aborda as várias temáticas caras a este artista japonês de inspiração conceptualista e minimalista. Hiroshi Sugimoto procura sistemáticamente uma origem para a História. Ler mais aqui. A exposição pode ser vista até 30 de Setembro.

sexta-feira, 30 de março de 2007

 
What does the jellyfish want?



What does the jellyfish want? é o título da exposição que inaugura amanhã no Museum Ludwig em Colónia e que mostra trabalhos de cerca de cinquenta e seis fotógrafos. De Man Ray a James Coleman a lista de artistas passa por Robert Adams, Eugène Atget, John Baldessari, Thomas Bayrle, Bernd e Hilla Becher, Anna e Bernhard Johannes Blume, Mel Bochner, Joachim Brohm, Jan Dibbets, William Eggleston, Valie Export, Hans Peter Feldmann, Lee Friedlander, Albrecht Fuchs, Gilbert & George, Andreas Gursky, Jitka Hanzlova, Florence Henri, Candida Höfer, Douglas Huebler, Sanja Ivekovi, Benjamin Katz, André Kertész, Jürgen Klauke, Louise Lawler, Jochen Lempert, Barry Le Va, Manfred Leve, Sherrie Levine, Sol LeWitt, Gordon Matta-Clark, Boris Mikhailov, László Moholy-Nagy, Robert Morris, Bruce Nauman, Gabriele e Helmut Nothhelfer, Dennis Oppenheim, Peter Piller, Alexander Rodchenko, Thomas Ruff, Ed Ruscha, August Sander, Gregor Schneider, Ursula Schulz-Dornburg, Cindy Sherman, Robert Smithson, Thomas Struth, Wolfgang Tillmans, Jeff Wall, Robert Watts, Stephen Wilks, Stephen Willats, Christopher Williams e David Wojnarowicz. A exposição pretende ser uma reflexão sobre a Fotografia desde as situações surrealistas de Man Ray e László Moholy-Nagy ou A.M. Rodchenko até aos nossos dias. Ler mais aqui.

quinta-feira, 29 de março de 2007

 
L'alliance


Foto de Katarzina Widmanska



Définitivement ils sont deux petits arbres
Seuls dans un champ léger
Ils ne se sépareront plus jamais.


Paul Éluard in Une longue réflexion amoureuse, 1945.

terça-feira, 27 de março de 2007

 
Colecção Grazyna Kulczyk



Até 17 de Junho pode ser visto na Fundação Kulczyk, em Poznan, na Polónia, a Colecção Grazyna Kulczyk, uma das mais importantes colecções de arte polaca moderna e contemporânea bem como algumas obras de autores internacionais. A extraordinária colecção desta coleccionadora, Grazyna Kulczyk, inclui obras datadas desde o princípio do século XX até aos nossos dias de artistas como Magdalena Abakanowicz, Miroslaw Balka, Jan Berdyszak, Vanessa Beecroft, Thomas Demand, Izabela Gustowska, Candida Hofer, Zhang Huan, Tadeusz Kantor, Katarzyna Kozyra, Jacek Malczewski, Mariko Mori, Dorota Nieznalska, Roman Opalka, Thomas Ruff, Bruno Schulz, Alina Szapocznikow, Andy Warhol e Andrzej Wróblewski. A exposição que integra cerca de cem obras encontra-se organizada por temas: o Nu, a Perversão, a Religião, a Biblioteca, a Moda, Body Sculpture e o objecto e o Museu.
Ler mais aqui.

sexta-feira, 23 de março de 2007

 
Même quand nous dormons


Foto de Katarzina Widmanska



Même quand nous dormons nous veillons l'un sur l'autre
Et cet amour plus lourd que le fruit mûr d'un lac
Sans rire et sans pleurer dure depuis toujours
Un jour après un jour une nuit après nous.


Paul Éluard in Le dur désir de durer, 1946.

 
Wouter van Riessen



Inaugura amanhã, no Museum Het Domein em Sittard, a exposição Double de Wouter Van Riessen. Composta por pintura, desenhos, gravura e fotografia, a exposição gira em torno da auto-representação, temática cara e quase obsessiva deste artista holandês. Ler mais aqui.

quarta-feira, 21 de março de 2007

 
A ler

Hoje no DN, Vicente Jorge Silva: O táxi vazio.

terça-feira, 20 de março de 2007

 
Correio da Cassini



Hello Again, Jupiter! Da órbita de Saturno a Cassini fotografa Júpiter.

 
Dit d'un jour


Foto de Katarzina Widmanska



Pour cerner d'un peu plus de tendresse ton nom

La rue était absurde et la maison amère
Le jour était glissant la nuit était malade.


Paul Éluard in Le dur désir de durer, 1946.

quinta-feira, 15 de março de 2007

 
Em estado de "choque tecnológico"

Inaugura hoje a CeBIT, em Hannover, uma das maiores feiras internacionais de Tecnologia de Informação, Telecomunicações, Softwares e Serviços. A foto da representação nacional, comparada com outras fotos, mostra bem as consequências práticas do choque tecnológico socialista.






quarta-feira, 14 de março de 2007

 
Samuel Beckett



Inaugura hoje no Centro Pompidou a grande exposição sobre Samuel Beckett. Até 25 de Junho, a não perder. Artistas que participam: Claudio Parmiggiani, Jean-Michel Alberola, Pierre Alechinsky, Avigdor Arikha, Geneviève Asse, Jasper Johns, William Chattaway, Alain Fleischer, Mona Hatoum, Andrew Kötting, Paul Mc Carthy, Bruce Nauman, Giuseppe Penone, Dominique Belloir, Pascale Bouhénic, Jean Demélier, Henri Hayden, Jack B. Yeats, Jérôme Combier, Alberto Giacometti, Judit Reigl, Bram Van Velde, Stan Douglas, Jean-Olivier Hucleux, Sol LeWitt, Robert Motherwell, Bruce Nauman, Robert Ryman, Sean Scully, Bram Van Velde, Geneviève Asse, Bruce Nauman, Richard Serra, Tal Coat.


terça-feira, 13 de março de 2007

 
A ler

Hoje, Pierre Assouline: Céline, victime collatérale du blog em La république des livres. A importancia dos blogs ou a factura da História?

 
Gustav Metzger



Em Varsóvia, a Zacheta National Gallery of Art, mostra, até 22 de Abril, a exposição de Gustav Metzger — Works of 1995–2007. A exposição ocupa quatro espaços, cada um deles tratado como um capítulo de uma narrativa. No primeiro espaço intitulado The Killing Fields, Metzger mostra fotografias de grande formato de judeus húngaros a serem seleccionados em Auschwitz, em 1942. Estas imagens fazem parte da série Historic Photographs. A segunda sala, intitulada In Memoriam, mostra uma instalação labiríntica. Na terceira sala, Terror and Oppression, continua a exposição das fotografias históricas, desta vez mostrando as filas de judeus esperando o registo em Buchenwald, em 1938, bem como a entrada dos alemães na Polónia, em 1939. A última sala mostra a instação Eichmann and the Angel, em que Metzger reconstrói a jaula em que Eichmann foi colocado durante o seu julgamento em Jerusalém. Esta instalação é de 1995. Gustav Metzger nasceu em 1926 em Nuremberga, no seio de uma família judaica ortodoxa com raízes na Polónia. Enviado em 1939 para Londres, escapou ao Holocausto. Nunca aceitou a nacionalidade inglesa. Vive e trabalha em Londres. Ler mais aqui.

segunda-feira, 12 de março de 2007

 
Correio da Cassini



Os geysers em Enceladus ejectam para o espaço, centenas de kilómetros acima do polo sul, partículas de gelo.

sexta-feira, 9 de março de 2007

 
Jeanloup Sieff



A Galleria Carla Sozzani, em Milão, mostra, a partir de amanhã e até 7 de Abril, Gli anni di Harper’s Bazaar, New York 1961-1966. Trata-se do trabalho de Sieff desenvolvido em Nova York entre 1961-66 enquanto trabalhava como fotógrafo de moda para a conceituada revista Harper’s Bazaar. Jeanloup Sieff é um importante fotógrafo que sempre se recusou a teorizar o seu trabalho mantendo-se à margem do contexto da crítica de arte. Publicou alguns magníficos livros de fotografia como Demain le temps sera plus vieux, de 1990. Ler mais aqui.

quarta-feira, 7 de março de 2007

 
Printemps


Foto de Lilya Cornelli




Il y a sur la plage quelques flaques d'eau
Il y a dans les bois des arbres fous d'oiseaux
La neige fond dans la montagne
Les branches des pommiers brillent de tant de fleurs
Que le pâle soleil recule

C'est par un soir d'hiver dans un monde très dur
Que je vis ce printemps près de toi l'innocente
Il n'y a pas de nuit pour nous
Rien de ce qui périt n'a de prise sur toi
Et tu ne veux pas avoir froid

Notre printemps est un printemps qui a raison.



Paul Éluard in Le phénix, 1951.


 
A ver

Um leitor do Antes de Tempo informou-me hoje por mail que o artista Ricardo Brey de que se falou aqui tem um novo site aqui.

terça-feira, 6 de março de 2007

 
Notre vie


Foto de Katarzina Widmanska



Nous n'irons pas au but un par un mais par deux
Nous connaissant par deux nous nous connaîtrons tous
Nous nous aimerons tous et nos enfants riront
De la légende noir où pleure un solitaire.


Paul Éluard in Le temps déborde, 1946.

 
Richard Pousette-Dart



Pode ser vista, até 20 de Maio, no Guggenheim de Veneza, a primeira retrospectiva na Europa de Richard Pousette-Dart. Nascido em 1916 e falecido em 1992, Richard Pousette-Dart foi um dos mais importantes pintores norte-americanos da geração tardia do Expressionismo Abstracto. Conhecido a partir dos anos quarenta, praticou uma action painting em escalas murais que tinha como temas básicos o mito nativo norte americano no âmbito do chamado Transcendentalismo, a que Pollock também aderiu. Ler mais aqui.

sábado, 3 de março de 2007

 
Correio da Cassini



Cor natural.

quinta-feira, 1 de março de 2007

 
Da cor do ouro


George Baselitz



Os lençóis humidos de Novembro
Para sempre me amortalham
O tempo escorre-me pelos dedos
A terra gira-me nas órbitas

Onde paira esse sorriso leve
Que começou num dia de Maio
A não ser sobre a boca dos mortos
Apesar da mágoa dos vivos

Onde pára a carta sem resposta
E a poeira das palavras
Essa confiança na vida
Que de repente se silencia em silêncio

Eu nego as lágrimas sua luz e brilho
Meus olhos não mais pertencem a este mundo
Eu fui antes tudo passou eu sou
Uma sombra no negro e escuro

Eu sou o gérmen da desordem.



Paul Éluard in O tempo transborda, 1946.

 
Olafur Eliasson



Olafur Eliasson é um artista já por várias vezes falado neste blog. Desde há anos que me interesso particularmente pela sua obra. O projecto Portikus Frankfurt am Main em que Eliasson vai, ao longo do tempo, apresentando obras — Strobo Night, Blue Moon, Deep Purple Laguna, Movementmeter for the Main, Daylight, The Heiliotropic Month, The Giant Sky Mirror Light, Green River Light, The Ultraviolet City, Water Reflection Wall, Solar Flames, Nebular Orion, Sunrise Pink, Vertical White and Blue, Reversed Full White Sun — e em que os telhados de vidro da Portikus são a matéria prima para este conjunto de experimentações sobre a luz, fazem deste projecto de Eliasson um dos momentos importantes do seu trabalho numa continuada tentativa de integração da instalação na arquitectura. Ver mais aqui.

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