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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2004

 

CADERNOS DA GRAVURA (3)

Multiplicação e mecanicismo
O que adiante se escreve, desmente parcialmente o que o autor deste blog escreveu há pouco:
A técnica de duplicar imagens tem vários milhares de anos mas encontramo-la já sistematizada entre os Sumérios (cerca de 3000 anos a.C.). Eram então usados cilindros de pedra como suporte de gravação de desenhos e inscrições cuneiformes. Faziam-se, então, rolar estes cilindros sobre placas de gesso, deixando impressos, em relevo,os elementos gravados. Este é um dos processos mais antigos de impressão que reflete não só o conceito de multiplicação mas também um dos princípios de um sofisticado processo mecânico.
Encontrei este apontamento sobre os Sumérios no livro de Walter Chamberlain “Etching and engraving”. Curiosamente, não andará distante da referência da Enciclopédia Britânica sobre os princípios da multiplicação de imagens com excepção à referência a um mecanicismo.
O princípio da multiplicação da imagem relacionado com um processo mecânico remete para um conceito importante que nos distancia da referência da Enc. Britânica: já não se trata da visitação a um lugar e da transferência desse lugar para qualquer lugar mas da utilização de um lugar como “modelo” a ser tranferido. Ou seja, o que está aqui presente é a primeira ideia de matriz.
O lugar – ou a ideia fragmentada dele – passa a constituír-se como coisa matricial no contexto de uma intenção multiplicadora de lugares.



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