<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d6432744\x26blogName\x3dANTES+DE+TEMPO\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dSILVER\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://antesdetempo.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://antesdetempo.blogspot.com/\x26vt\x3d685797521404101269', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

quarta-feira, 14 de julho de 2004

 
_________________________________________________________________

Resposta a TEMPOS DUROS 3: O ARGUMENTO HEGELIANO

Não poderia ser de outra maneira. Mal traduzido, poéticamente à O’Neill, já eu tinha assinalado no post de 29 de Junho:

O meu marido saiu de casa no dia
25 de Janeiro. Levava uma bicicleta
a pedais, caixa de ferramenta de pedreiro,
vestia calças azuis de zuarte, camisa verde,
blusão cinzento, tipo militar, e calçava
botas de borracha e tinha chapéu cinzento
e levava na bicicleta um saco com uma manta
e uma pele de ovelha, um fogão a petróleo
e uma panela de esmalte azul.
Como não tive mais notícias, espero o pior
.

O PR não tinha grande saída. Outra qualquer, que não esta, poria sempre em relevo a avaliação pessoal. Não seria “políticamente” correcto. Fantástica é a assumpção final da “cosa nostra” emitida do Largo do Rato: ele é as ofensas. Ele é o desgosto. Ele é o despeito. Chega à demissão, ao abandono. O Padrinho não se comportou como devia. Não há aqui, obviamente, nenhuma “lembrança” da "coisa nacional”. Esta só serve de argumento à falta de lealdade para com a causa. Era agora... os elementos eram favoráveis. A possibilidade de conquistar território. E o Padrinho traí-os.
Bom... o Padrinho, que para nós é apenas o PR, escolheu mal mas, buonna fortuna, não fez a vontade à “cosa nostra”.
Ou será que o actual incómodo do “nariz entupido” é tão grande que toda a gente já se esqueceu da “pneumonia” guterrista de seis anos, mesmo com as refeições servidas na cama?



<< Home

This page is powered by Blogger. Isn't yours?