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terça-feira, 9 de janeiro de 2007

 
Ainda a propósito da Epopeia de Gilgamesh



Curiosidades: relações com a poesia homérica

A comparação da Epopeia de Gilgamesh com a poesia homérica, a Ilíada e, sobretudo, a Odisseia é um dado que se impõe naturalmente. Pode-se pôr aqui o problema das influências literárias motivado pela anterioridade da epopeia babilónica. Esta influência, a ter existido, ter-se-ía exercido através dos fenícios mas também dos hititas. Há vários diálogos que apresentam semelhanças tão grandes que parecem ser adaptações a épocas culturais diferentes dos mesmos conteúdos. Por exemplo, o diálogo entre Gilgamesh e a sua mãe Nin.Sun é muito semelhante ao de Aquiles e Tétis na Ilíada. Na Odisseia, a sedução da ninfa Calipso a Ulisses, prometendo-lhe a imortalidade e a eterna juventude, é extremamente semelhante à sedução que a deusa Ishtar exerce sobre Gilgamesh. Herácles encontra as maçãs de ouro no jardim das Hespérides, guardadas por uma serpente. Gilgamesh acaba vencido pela serpente que lhe rouba a rosa da imortalidade retirada do fundo do mar. Tal como na epopeia de Gilgamesh, em que este herói encontra Ut-napishtim, ser eterno a quem os deuses escolheram como sobrevivente do Dilúvio, Hesíodo fala da ilha dos bem-aventurados onde Zeus concedeu aos heróis a vida sem dor e sem sacrifício. Na Odisseia, a descida de Ulisses aos infernos, que acaba por se constituír como um género literário representado sistemáticamente em toda a Antiguidade, e até à Idade Média, tem na epopeia de Gilgamesh o seu exemplo mais antigo.



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