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sábado, 17 de outubro de 2009

 
Livros esquecidos (21)



Seria talvez mais correcto intitular este post de "autores esquecidos", muito embora haja, quase sempre, uma relação directa entre o esquecimento dos livros e dos seus autores. Relembrado em França há dois anos, pela mão de Kiefer que concebeu toda a sua exposição no Grand Palais em torno da obra de Paul Celan, continua muito esquecido ou ignorado entre nós. Paul Celan, pseudónimo que resulta do anagrama de Ancel, nasce na Roménia em 1920, filho de judeus alemães. Estuda medicina em França mas a sua vida universitária é interrompida pela guerra. Celan é enviado para um campo de concentração juntamente com os seus pais que acabam por lá morrer. Sobrevivente do Holocausto, Celan, após a guerra, vive primeiro em Bucareste, depois em Viena e finalmente em Paris. Começa a publicar em 1947. Embora com algum sucesso inicial, os seus livros vão caíndo no esquecimento. Com uma obra notável de poesia construída meticulosamente quase sempre num jogo anagramático muitas vezes hermético, Celan, considerado um dos maiores poetas de língua alemã do pós-guerra, reflecte sobre o terror nazi, o extermínio e a morte. Paul Celan suicida-se no rio Sena em 1970.



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