<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d6432744\x26blogName\x3dANTES+DE+TEMPO\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dSILVER\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://antesdetempo.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://antesdetempo.blogspot.com/\x26vt\x3d685797521404101269', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

sábado, 24 de outubro de 2009

 
Sabia que...

As sardinhas que chegam aos pratos dos portugueses saem dos mares sem deixar um rasto de destruição (notícia do Público de 22-11-09)

E mais...

As sardinhas nacionais vão ser certificadas, provando que a sua captura é feita de forma sustentável

E porquê...?
O segredo está na arte da pesca - o cerco. Porque esta ainda dá ao animal algumas hipóteses de dar à barbatana e escapar-se da armadilha.

Depois de verificar que assim era, e que os pescadores portugueses não estavam a capturar mais do que podiam, nem a matar espécies apanhadas na armadilha, o Marine Stewdarship Council deu já indicações que a pesca de sardinha em Portugal irá ser certificada como sustentável.

A ideia surgiu em finais de 2007, quando a Associação Nacional de Indústria Conserveira e a Anopcerco decidiram avançar com a candidatura. Tudo porque muitos dos consumidores das conservas nacionais - sobretudo na Europa - estão cada vez mais sensibilizados para a destruição que a pesca pode causar nos oceanos.

Por isso era importante provar que a pesca da sardinha não era depredadora. "A arte do cerco dá essa garantia", assegura Humberto Jorge. Quando detecta um cardume, a embarcação larga um outro barco mais pequeno que leva a ponta da rede, cercando o aglomerado de peixes. Depois, a rede começa a fechar-se, aprisionando os peixes no seu interior.

Porque que é que isto não é destrutivo? "Porque o cerco demora muito tempo, as sardinhas podem escapar-se pelo fundo e, além disso, basta uma corrente contrária ou a água espelhar a rede de forma a que os peixes a vejam para que a pesca falhe", responde Humberto Jorge. Ou seja, os animais têm hipótese, ao contrário do que acontece com outras arte, como o arrastão, que apanha tudo à sua passagem.

Concluímos, portanto, que, como as sardinhas têm hipótese de fuga — pelo fundo que não por cima porque teriam que estar treinadas no salto em altura e, também, porque vêem mal, só reparando na rede quando a vêem a dobrar, espelhada na água —, as que comemos são exclusivamente aquelas que se quiseram suicidar, aquelas que baixaram as barbatanas, aquelas que, por vontade, inépcia, desilusão ou pura estupidez, resolveram entregar a alma ao criador. Não nos iremos surpreender se, logo a seguir, vier outra certificação: a de que as sardinhas que comemos quiseram mesmo ser comidas e, portanto, poderão ser certificadas por revelarem um especial sentido de sacrifício, responsabilidade e abnegação.

Julga que enlouqueceu? Ainda não. Tome um comprimido, conte até dez ou tente lembrar-se dos nomes dos 7 anões e siga em frente.
Bon courage!




<< Home

This page is powered by Blogger. Isn't yours?