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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

 
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Aquiles atirou-se aos Troianos com o espírito vestido de força
e gritou de modo medonho. Primeiro matou Ifítion,
valente filho de Otrinteu, condutor de numerosas hostes,
a quem uma náiade dera à luz para Otrinteu saqueador de cidades
debaixo do Tmolo coberto de neve, na terra fértil de Hida.
Arremetendo contra ele atingiu-o com a lança o divino Aquiles
no meio da cabeça e todo o crâneo se partiu em dois.
Tombou com um estrondo e sobre ele exultou o divino Aquiles:

"Jaz, ó filho de Otrinteu, mais temível dos homens!
Aqui tiveste a tua morte, porém o nascimento foi
no Lago Gigeu, onde fica o domínio dos teus antepassados,
em Hilo piscoso e no Hermo cheio de redemoinhos."

Assim falou, ufano; mas a escuridão cobriu os olhos do outro,
cujo corpo foi massacrado pelas rodas dos carros dos Aqueus
na refrega dianteira. Depois dele Aquiles matou Demoleonte,
valente baluarte da batalha, filho de Antenor,
penetrando-lhe a testa através do elmo com bocetes de bronze.
Porém o elmo de bronze não reteve a lança, mas através dele
penetrou a ponta e estilhaçou o osso. Os miolos por dentro
ficaram todos borrifados; e assim subjugou quem contra ele arremetia.
Em seguida a Hipodamante, quando saltava do carro
para fugir à sua frente, atingiu nas costas com a lança.
Ao expirar o ânimo saiu-lhe um bramido, como o bramido do touro
arrastado em torno do altar do soberano de Hélice,
quando o arrastam mancebos, para gáudio do Sacudidor da Terra:
assim bramiu ele quando o espírito altivo lhe deixou os ossos.


Homero in Ilíada, Canto XX.



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