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segunda-feira, 2 de maio de 2011

 
JPP

Vindo do pó, das cinzas e do nada, como os vampiros da Transilvânia, redivivo por uma gota de sangue qualquer, o nosso particular demónio acordou com toda a fúria de um longo sofrimento e de um combate contra um mundo cruel que o aprisionou a uma crise que parecia tê-lo consumido de vez. Não consumiu: muitos telemóveis atirados contra a parede, muitos "mansa é a tua tia" bem mais vernáculos, muita fúria e gritos e ordens para a sua Casa de Demónios aprendizes, vulgo gabinete, eis que José Sócrates, o artista consumado de todo o jogo que envolva engano, ilusão, dolo, um homem muito perigoso para Portugal, ameaça não ter esgotado a sua capacidade de fazer mal ao país. Ele tem a força da convicção dos grandes ludibriadores, que vem da completa incapacidade de distinguir entre a verdade e a mentira, e de exercer essa arte de uma forma tão consumada que, mais do que convencer os outros, corrompe a vontade de lhe resistir ao engano. Quando este sistema de auto convencimento psicológico falha, Sócrates hesita de uma forma tão reveladora, tão ingénua, tão frágil, que se percebe que, como nos diques, uma pequena fractura revela o mar todo atrás. Mas ele coloca logo mil minúsculos dedos na fenda. Foi o que aconteceu na entrevista dos pavões, quando falou de Teixeira dos Santos, e hesitou porque temeu que a sua mentira pudesse ser contrariada pelo seu ex-ministro das Finanças. Aqui está ele a comandar o jogo, o jogo em que se tornou a virtualidade da política na nossa democracia.

A ler, no Abrupto.



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